Quotation of the Day

Sunday, March 22, 2009

Autenticidade


“To be nobody but yourself in a world which is doing its best, night and day, to make you everybody else means to fight the hardest battle which any human being can fight; and never stop fighting. ” E.E cummings

Dizemos que uma pessoa é autêntica quando é natural, sincera, pura, genuína, franca.
Alguém autêntico é aquele que se conhece bem, que assume os seus defeitos e procura melhorá-los, que tem sentido de dignidade e que nunca finge ser alguém que não é.

Como se consolida o sentido de autenticidade?
A construção da nossa identidade começa na infância. É nessa altura que de modo vago damos conta das nossas próprias capacidades.
Depois, na adolescência fazemos ou imaginamos um projecto de vida e damos realmente conta da nossa existência e do que somos capazes de fazer.
Mas existem alguns problemas de identidade, que certas pessoas não conseguem resolver na altura certa.
Como por exemplo:
. O problema de identidade prematuramente estabelecida, a dos que copiam modelos de vida de outras pessoas sem decidirem por si próprios o que querem;
· O problema da identidade difusa, daqueles que nunca fixam uma meta, chegando a adultos sem saberem o que pretendem para a sua vida;
· O problema da identidade negativa, a dos indivíduos que estão sempre a queixar-se e a criticar tudo mas não procuram alternativas nem procuram melhorar as coisas que passam a vida a criticar.


Estes problemas são barreiras no caminho para a autenticidade, começando na adolescência e chegando à idade adulta transformados em maneiras de ser, que poderão nunca ser ultrapassados.

Para além dos problemas de identidade, também a sociedade por vezes torna a autenticidade complicada.
Dando o exemplo da moda, que manipula a autenticidade das pessoas.
Os modelos sociais influenciam o pensamento, dirigem o comportamento e, em alguns casos, modificam o Eu de tal forma que por vezes a pessoa se esquece do que realmente é.
Muitas vezes somos o que a sociedade quer que sejamos.


E por isso, será que dispomos de liberdade para manifestar a nossa autenticidade?
Há quem esteja disposto a fazer um esforço para ganhar essa liberdade, como os homossexuais que assumem a sua sexualidade ou como aquelas pessoas que seguem a sua vocação apesar da incompreensão da família.

Os indivíduos autênticos dizem as verdades, mesmo que estas possam magoar, são mais realistas e enfrentam as dificuldades recorrendo as suas próprias capacidades.
E por isto e por muito mais é que a autenticidade deveria ser o que nos guia.
Se não sabemos para onde ir, se vamos para onde não queremos ou se vamos pelo caminho do outro e não pelo nosso, nunca seremos felizes. Não totalmente.

Informação retirada da revista Super Interessante.

Monday, March 16, 2009


Sinto a tua dor mesmo por detrás do teu sorriso.
Sinto o teu sofrimento como se fosse o meu…


Bem tentamos distrai-lo mas ambos sabemos que ele continua lá.
Desculpa toda a minha palhaçada mas não sabia, nem sei reagir de outra forma.
O que mais queria era que nem tu, nem ninguém estivesse a sofrer.
Porém isso eu sei que não posso impedir.
Só não quero que te sintas muito envolvido nessa dor.
E que sintas que tens amigos que vão estar sempre aqui para ti.


És o meu melhor amigo e o serás sempre!
Mesmo depois da morte nos separar.
Porque quem é importante fica para sempre guardado no nosso coração e na nossa memória.
E por mais longe que vá, sentimos sempre a pessoa por perto, como se fosse um anjo da guarda.
Acredita nisso.

Morte



Parece uma palavra vazia mas na verdade é cheia de significados.
É uma vida perdida mas no entanto não deixa de ter sido uma vida.
Uma vida que tem muito para dizer aos que ficaram…
A nossa cultura faz um velório em honra das mortes, mas será isso o mais correcto?
Em vez de honrar seja quem for, muitas vezes o que acontece é apenas uma reunião de amigos, familiares, conhecidos.
O que muita gente diria estar realmente a honrar a pessoa porém para mim é ridículo.
Em vez de falarmos sobre quem foi a pessoa, muitas vezes até se evita falar sobre isso. E fala-se sobre os filhos de não sei quem, mais os primos, mais os netos.
Acaba por ser apenas uma reunião de pessoas tristes que acabam por se pôr uns aos outros ainda mais tristes.

Em vez de honrar-mos a morte porque não festejamos a vida?!
Porque não sorrimos todos e agradecemos à pessoa a companhia dela enquanto foi viva?
É preciso chorar insistentemente?
A pessoa viveu, tivemos a honra de a conhecer e de fazer parte da sua vida!
Devíamos estar gratos por isso e lembra-la não como um corpo frio mas com um ar alegre de quando foi viva.
Para que serve um velório? Para ficarmos piores?
Para nos sentirmos ainda pior?!
Na minha opinião é uma parvoíce pegada.
Não precisamos de demonstrar a nossa tristeza a ninguém, nem precisamos de reviver o pesadelo.

O fim de uma vida é o recomeço de muitas outras e é sim algo triste.
O desaparecer para sempre é algo que nos é difícil de aceitar.
Por isso é preciso recomeçar.
Precisamos de clicar no reiniciar do nosso computador. E talvez alguns precisem de ficar adormecidos por uns tempos.
Mas lentamente, iremos ultrapassar o sofrimento.
Até que saberemos viver outra vez, viver completamente.
Teremos uma vida nova, uma vida diferente, uma que provavelmente não queríamos ter mas no entanto as forças do destino o assim quiseram.
E apesar do sofrimento, torna-nos mais fortes.
E no fim a morte deixará de ser tão vazia e conseguiremos dizer – tenho saudades – sem derramar uma lágrima.
E aí já recomeçámos.

A morte não precisa de ser vazia, se soubermos manter as pessoas vivas dentro de nós!

Sunday, March 1, 2009

Não consigo.

Não consigo abraçar-te, não consigo pedir-te desculpa, não consigo sequer falar contigo.
Vejo a angústia que te corre nas veias e não consigo fazer nada em relação a isso.

Não tenho medo, tenho pavor!
Pavor do teu choro quando tocar na ferida. Pavor de não saber o que fazer nessa situação.
Não irei conseguir reagir, ficarei paralisada, não conseguirei raciocinar, eu sei como será...

Será um pesadelo para mim!
Sei que devia sarar essa tua ferida ou pelo menos tentar... mas tenho pavor!
E o pior é que não é pavor que te doa a ti, é pavor das marcas que poderão ficar em mim.

Não aguento estar ao lado da tristeza dos outros.
E não consigo perceber porquê.
Pode parecer egoísmo mas não é.
Eu preocupo-me!
Só não o consigo demonstrar.
Desculpa-me.
Por favor desculpa-me!

Ajudar não é difícil!

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"...o meu coração é uma floresta cheia de nevoeiro - guarda tudo e não encontra nada. Sou uma recordadora profissional. Vivo de recordações, mesmo daquilo que ainda não fiz.E repito infinitamente os mesmos truques. Iludo-me. Penso sempre que amanhã é que vai ser. Desenvolvi um erotismo futurista: deleito me com o puro prazer dos meus sonhos.De certa maneira, já vivi tudo, porque em sonhos consigo projectar-me inteira nos corpos, nos sentimentos e nas experiências dos outros. Tenho uma capacidade estereofónica; posso ter ao mesmo tempo cem e dezoito anos. O que é um cansaço..." IP